Controle do capim annoni e recuperação do campo nativo no bioma Pampa

O avanço do capim annoni (Eragrostis plana Nees) sobre os campos nativos do bioma Pampa vem ocasionando significativas perdas para a atividade de pecuária e para a biodiversidade dos campos sulinos. O controle químico – pouco eficiente – e com várias consequências, continua sendo o método mais empregado. Uma iniciativa de controle do annoni com o uso de biofertilizante associado ao manejo dos animais em pastoreiro rotativo sobre o campo, foi desenvolvida na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul (RS), mostrando bons resultados. Usando o biofertilizante sobre o campo, a microvida do solo é estimulada, os microrganismos descompactam o solo, o annoni fica frágil a ponto de ser arrancado pelo gado ao pastejar, e o campo nativo se restabelece.

Local: MANOEL VIANA -

Oficina de Bombeamento de Água com Energia Solar

A oficina capacitou cerca de 20 agricultores na região de Patos, na Paraíba. A ação faz parte do projeto Semiárido Solar executado pela Cáritas Brasileira em parceria com o Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social. O projeto aposta na energia elétrica produzida a partir de luz solar e tem agregado valores e avanços na economia e tecnologia junto às comunidades do sertão paraibano.

Terraço Verde

O Terraço Verde é um movimento que articula produtos e serviços ligados à sustentabilidade urbana, fomenta sua replicação e fortalece a economia verde. Estamos em Curitiba, transformando uma área ociosa em um local para desenvolver tecnologias sustentáveis e educação.

Cooperativa Kalkbreite

Os suíços consomem muita energia, causadoras do aquecimento global. A mobilidade, o consumo e a habitação são as principais fontes de emissões de gases de efeito estufa de uma família suíça.

A “Kalkbreite” contribui para reduzir as emissões de habitações e mobilidade. É uma casa que contém espaço para morar (apartamentos, áreas compartilhadas) e para empresas (escritórios, infraestrutura compartilhada, como salas de reunião). Ele está combinando estratégias ecológicas e sociais para contribuir para um modelo de vida sustentável dentro de uma sociedade com uma grande pegada de carbono.

Projeto Cruviana: energia eólica e solar em terra indígena

Desde fins da década de 2000, o ISA analisa o potencial eólico e solar em comunidades indígenas no estado de Roraima, na Amazônia brasileira. Junto com o CIR e a UFMA, cria em 2010 o projeto Cruviana, que tem o objetivo de gerar energia solar e eólica em comunidades remotas como alternativa aos projetos hidrelétricos previstos para a região, que trazem vários impactos socioambientais negativos e destroem locais sagrados para os índios. Seis anos após seu início, o governo brasileiro anunciou que a iniciativa passará a receber investimentos do programa Luz Para Todos para geração de energia para mil pessoas em duas comunidades na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima.

Granjas sem resíduos

Existem muitas famílias camponesas que incorporam diferentes técnicas de gerenciamento, convertendo assim o lixo em matéria-prima, otimizando o uso de recursos. A implementação e uso de biodigestores é muitas vezes um passo importante na estrada para a fazenda agroecológica.

Confira mais informações sobre esta prática no Almanaque do Futuro: bit.ly/2Kqy7An

Clínica Ambiental – Projeto de reparação socioambiental

Na região amazônica da fronteira entre Equador e Colômbia, os problemas que atingem a população local não são menores: extrativismo petroleiro, contaminação da natureza, violência social. O sistema Wiphala da Clínica Ambiental é uma mostra fiel de que é factível mudar a realidade a partir de sua própria vida, começando processos e transformações ao seu alcance, sem ignorar ao mesmo tempo problemas de maior calibre.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-14-web.pdf

Microgeração de energia solar e eólica

Em outubro de 2012, a empresa Brasil Solair iniciou o Projeto de Geração de Renda e Energia em Juazeiro, na Bahia. O Projeto, de 2,1 MW, beneficia mais de três mil famílias de dois conjuntos residenciais do Programa Minha Casa Minha Vida (Salitre e Praia do Rodeadouro) com a instalação de sistemas de microgeração de energia solar e eólica, nos telhados e nas áreas comuns dos conjuntos. O excedente é vendido para outros consumidores, como por exemplo a Caixa Econômica Federal, que tem utilizado a energia gerada em algumas de suas unidades operacionais e agências.

RevoluSolar – energia solar no morro da Babilônia

Moradores da favela da Babilônia (Leme, Rio de Janeiro) inauguraram em fevereiro de 2016 as duas primeiras instalações solares fotovoltaicas em estabelecimentos locais. Os painéis construídos e fixados no morro são resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos RevoluSolar, em parceria com a Associação de Moradores da Babilônia. Confrontados com o aumento dos preços da energia elétrica, a instalação marca o início da independência energética em um processo de transição democrática no local.