Projeto Cruviana: energia eólica e solar em terra indígena

Desde fins da década de 2000, o ISA analisa o potencial eólico e solar em comunidades indígenas no estado de Roraima, na Amazônia brasileira. Junto com o CIR e a UFMA, cria em 2010 o projeto Cruviana, que tem o objetivo de gerar energia solar e eólica em comunidades remotas como alternativa aos projetos hidrelétricos previstos para a região, que trazem vários impactos socioambientais negativos e destroem locais sagrados para os índios. Seis anos após seu início, o governo brasileiro anunciou que a iniciativa passará a receber investimentos do programa Luz Para Todos para geração de energia para mil pessoas em duas comunidades na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima.

Clínica Ambiental – Projeto de reparação socioambiental

Na região amazônica da fronteira entre Equador e Colômbia, os problemas que atingem a população local não são menores: extrativismo petroleiro, contaminação da natureza, violência social. O sistema Wiphala da Clínica Ambiental é uma mostra fiel de que é factível mudar a realidade a partir de sua própria vida, começando processos e transformações ao seu alcance, sem ignorar ao mesmo tempo problemas de maior calibre.

Confira mais informações sobre esta prática no site do Almanaque do Futuro: https://almanaquedelfuturo.files.wordpress.com/2017/05/almanaque-del-futuro-14-web.pdf

RevoluSolar – energia solar no morro da Babilônia

Moradores da favela da Babilônia (Leme, Rio de Janeiro) inauguraram em fevereiro de 2016 as duas primeiras instalações solares fotovoltaicas em estabelecimentos locais. Os painéis construídos e fixados no morro são resultado de uma ação da associação sem fins lucrativos RevoluSolar, em parceria com a Associação de Moradores da Babilônia. Confrontados com o aumento dos preços da energia elétrica, a instalação marca o início da independência energética em um processo de transição democrática no local.